Nesta experiência de imersão multissensorial de realidade virtual, única e
inédita no mundo, foi possível experimentar um pouco da sensação da  Amazônia. Sentir o
cheiro da mata, a brisa em um passeio de barco, o frescor da mandioca recém
colhida da terra. Com narração do cacique Juarez Saw Munduruku, o visitante
percorreu as belíssimas águas do rio Tapajós conhecendo a aldeia do povo
Munduruku e seu modo de vida, podendo compreender a intrínseca relação
deste povo com as matas e os rios.
Para que a imersão aconteça, o visitante é acomodado em uma cápsula onde ele recebe estímulos por meio da visão, audição, tato e olfato. Para cada sentido há uma tecnologia desenvolvida especialmente para a experiência, como o filme de realidade virtual gravado na aldeia, “Munduruku: a batalha para defender o coração da Amazônia”.
Percurso da experiência e espaço de troca com o público.
O projeto expográfico para a Experiência Munduruku, está definido por um percurso que vai introduzindo o visitante ao mundo Munduruku na floresta  amazónica no rio Tapajós.
O propósito da experiência é criar sensibilização e consciência para preservação do meio ambiente e das culturas nativas e a contextualização dessa situação na contemporaneidade.
Para o espaço de troca, achamos interessante contornar ele com plantas para que a pessoa possa se sentir num ambiente confortável, condizente com a experiência que acabou de ter, onde será orientado pelo moderador da experiência feedback.
Um elemento que achamos relevante entrar na exposição é o elemento vegetal, plantas em estado vivo e plantas secas como um espaço imersivo, com cheiro e atmosfera frescas e uma maneira de chamar a atenção para o bem estar que trazem as plantas para qualquer ambiente.
O propósito da expografia tenta trazer elementos mais reais e menos cenográficos, para que o visitante saia dessa experiência sensibilizado sentindo que: cuidar e preservar ambientes com árvores e plantas é importante tanto no amazonas como nos grandes centros urbanos. 
Outro ponto de atenção para a expografia, foi criar o menor impacto possível de resíduos sólidos, um exemplo disso foi usar tintas ecológicas para as pinturas das paredes, com base a pigmentos naturais como Urucum. Que é um fruto amazônico usada pela cultura Munduruku para a produção de tintas.

FICHA TECNICA 
Concepção: Greenpeace internacional.
Líder de projeto Greenpeace Brasil: Graziela Tanaka
Design de experiencia multisensorial: the Feelies / Grace Boyle 
Filme Vr: Alchemy VR
Design expografia: Galpão BASE / Leo Ceolin
Cenotecnica: Apostrofe cenografia
Responsável pelos técnicos sensoriais e mestres de cerimônias: Rafael Ferraz
Produção e logistica: Pamela Goppi e Lucca pollini
Coordenadora de fundraising: Fabiana Galvão
Campanhas: Carolina Marçal